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26 novembro 2023

Adriane Galisteu - Tiramos a loira da geladeira - Revista RG Vogue 2008

 



POP STAR
Adriane Galisteu já quis ser assistente do Bozo, fez propaganda de lanchonete, foi cantora, radialista, modelo de lingerie, namorada de todos os bons solteiros do País e pela primeira vez na vida está sem trabalhar. A apresentadora mais exposta do Brasil saiu do ar, por enquanto, e avisa: “Ainda vou ser líder de audiência”. Aqui já é. Tiramos a loira quente da geladeira para saber, afinal, o que faz dela sempre uma ótima notícia. A última? Vai lançar um livro contando tudo que falou em quatro anos de análise. Porque 15 minutos de fama é para quem não sabe jogar.

POR HERMÉS GALVÃO
FOTOS: MIRO
STYLING: GIOVANNI FRASSON

Adriane Galisteu e assunto de domínio público. Porque ao contrário das atrizes do Tablado que não falam da vida pessoal, ela, viva!, conta tudo para todo mundo ou, pelo menos, quase - porque, para nós, privacidade e coisa de anônimo. E que fique claro: "Trabalho muito bem com a exposição. Não tenho nenhum incomodo em relação a isso porque, no fundo, ninguém sabe da minha intimidade. E mais: comecei minha história pedindo para ser fotografada. Não acho justo ignorar a imprensa logo agora". Nosso encontro estava marcado para as duas da tarde, a pedido dela, em seu restaurante preferido. No caminho, a angustia de não saber o que (mais) perguntar, o que ela teria de diferente para dizer, revelar... Enfim, a dúvida: sobre o que Adriane Galisteu ainda não abriu ou mostrou para quem quisesse ver, ler e ouvir? Em poucos minutos, ficaria diante da mulher mais evidente do Brasil; semana sim, dia não, estampada em todas as revistas, correndo na praia, meditando na pedreira, beijando o namorado número 10 (fiz a conta por alto) ou, arrá!, desmentindo o último papel que lhe foi dado na mídia, o de namoradinha da cantora Ana Carolina. "Sou uma mulher verdadeira e se me apaixonar por outra, se tiver que me relacionar com uma, vai ser para valer. Mas não sou gay, tá?" Tá bom, eu nem perguntei nada - ainda. Adriane foi a primeira celebridade a ficar famosa antes mesmo de dizer a que veio. Digamos, então, que ela tenha começado de trás para frente. Apareceu e depois provou porque merecia brilhar. Ela chega ao Gero, pontualmente, recém-saída de um spa, de cara lavada, cabelo preso, sorriso de desarmar qualquer um e aquilo que já haviam me dito a seu respeito: "Cara, ela é uma pessoa normal, gente como a gente, não tem muita frescura e nem faz pose de estrela". Fato, lembrei-me de uma noite em que, por acaso, fui parar em sua casa, sem nunca tê-la visto na vida. Fui recebido como chapinha da Lapa e lá fiquei até o amanhecer, jogando cartas e bebendo Coca-Cola. Dessa vez não foi muito diferente. Ficamos igualmente à vontade, rapidamente, antes mesmo de o garçom trazer o couvert. Acendemos um cigarro, falamos palavrões levinhos, olhamos um para o outro. Chegou a hora. Primeira pergunta? E..., você, humm, bem, por que seus namoros não duram? (Pronto, estraguei tudo). “Quem disse que não duram?”, ela responde, com uma pergunta. Não me parece surpresa, ao contrário. Longe de mim achar que era o primeiro a questioná-la sobre isso. “Duram o tempo que têm de durar. Quando vejo que a coisa não está legal, que não estou fazendo o outro feliz, que não estou feliz, decido me separar. Depois que percebi o que era liberdade não troco ela por nada. Porque não tem preço. Estou com 35 anos, não dá para perder tempo com uma relação que não vai agregar. Não perco tempo mesmo. Quando lembro do pânico que passei com as perdas irreparáveis e fora de hora do meu irmão (morto em 1996, aos 28 anos), do meu pai (em 1988, aos 54), do Ayrton (em 1994, aos 33) e da minha grande amiga Vera Arruda (estilista, 2004, aos 33), fico com vergonha de sofrer por alguma coisa. Porque, se estou viva, acho que tudo é possível de se resolver”

 O monólogo segue, a conversa fica boa, Adriane sabe levar a entrevista. De repórter passo a ouvinte, e ela, locutora e porta-voz de si mesma, sabe o que precisa dizer, edita sua própria resposta, conduz, seduz. “Sofri, passei por relações doentes, peguei traste para burro nessa vida. O que eu namorei de traste, você não imagina.” Imagino sim!!! O que não sabia era que Adriane, antes de mais nada, é magistrada. Professora mesmo, formada. Opa, deve ter mais informações adormecidas de seu passado nunca antes revelado na Caras. À ver: neta de imigrantes húngaros, começou a carreira aos nove anos, quando pediu à mãe para levá-la a uma agência de talentos mirins. De cara, foi escalada para participar da propaganda do Mc Donald's. Decorou, da noite para dia, os ingredientes do Big Mac e assim estreou na TV. “Sempre quis estar na televisão, meu sonho era ser a Bozolina, assistente do Bozo, e participar do Qual é a Música” Depois, já adolescente, foi modelo de prova de calcinhas da Valisêre, ao lado da ex-modelo Denise Céspedes, até conhecer Ayrton Senna, aos 19 anos. Agora chega, voltemos ao presente (para saber mais de sua história com Senna, leia o best-seller vintage O Caminho das Borboletas).

Adriane está fora do ar, ainda e bem remunerada pelo SBT, mas, por ordens de Silvio Santos, entrou na geladeira. “Para mim, é como se estivesse de férias. Nunca parei de trabalhar na vida, sempre priorizei minha carreira, passava em cima de tudo (não de todos) como um trator. Agora vou cuidar de mim, mas parada não fico. Sem fazer nada, enlouqueceria em 30 dias. Duas coisas mexeriam comigo profundamente: perder o trabalho e a minha mãe”.

O contrato com a emissora vence no fim do mês e até lá nada de anunciar rompimentos, renovação ou planos para o futuro. Seu programa de auditório acabou em março, e desde então tem vivido do bônus da fama: viagens a trabalho, convites para todas as festas, jantares que importam, lançamentos de empreendimentos - dos pessoais aos imobiliários —, capas de revista, fotos e aquelas manchetes que a gente não respeita, tipo Adriane faz cooper na Lagoa, Adriane é flagrada comendo pipoca doce, etc. “Vou ser líder de audiência. Esse é o meu objetivo de vida. Nunca quis ser genial, não tenho pretensão de ser intelectual. Quero ser genuína, fazer o meu trabalho, falar a verdade, construir minha história na televisão, deixar uma marca para quando envelhecer, olhar para trás e dizer, fiz um monte de coisas, falei com um monte de gente”

Nesse período, digamos, sabático, ela tem vivido na ponte Rio-fun tour. Em seu apartamento carioca, no Leblon, tem passado fins de semana esportivos. Em trânsito, pode ser vista de Capri a Capibaribe – e consequentemente em todas as bancas. “Adoro viajar, pagando ou de graça, não importa. Se for a trabalho, melhor ainda. Se pagam o meu cachê, ótimo. Mas já cansei de ir e fazer graça, com o mesmo empenho. Porque se não tem o meu preço, dependendo de quem me chamou ou para o quê, aceito de qualquer jeito. E se o dinheiro for menos do que pedi, mando para uma instituição de caridade. Ou ganho inteiro ou faço de graça, só não diminuo meu cachê”. Por ora desligada da TV, então, o que será o amanhã de Galisteu? “Vou lançar outro livro, dessa vez contando tudo o que levei para o divã em quatro anos de análise” Tudo? “Só a parte em que falo dos meus relacionamentos. Recebo muitas cartas de mulheres que vivem crises no casamento e pedem conselhos. Sinto que elas querem se livrar e não sabem como. É o grande drama feminino: como sair ou entrar na relação? Como fazer para não se machucar amando? Quero falar com elas, que vivem um romance falido, que têm medo de tomar uma atitude. Sei que sou referência no assunto!” Mais um título de autoajuda? “Não, e nem uma biografia. Sei que tenho um público que vai estar louco para ler”. Assunto não vai faltar, e nem bons exemplos de como sair por cima quando a história anda em baixa. “Geralmente sou eu que acabo, mas não levo isso em consideração. Acho até mais fácil que terminem comigo, prefiro mil vezes que tomem a decisão no meu lugar” Adriane, que já chamou de seu (em ordem aleatória) os empresários Alexandre Accioly e Gabriel Betti, o jogador de futebol Roger Flores, o aprendiz Roberto Justus, o cantor mexicano Jaime Camil, os deputados Fábio Faria e Julio Lopes, o diretor Rogério Gallo, o piloto Ayrton Senna e há três meses o também empresário Alexandre Iódice, ultimamente foi apontada como a nova sou-bi-e-daí da praça. Adriane foi vista, e apenas vista, com Ana Carolina. Certa vez, foi vista, e bem vista, de smoking, uma coisa meio Helmut Newton, meio Saint Laurent. Pronto: Galisteu acordou gay, namorando firme e o pior: fã de barzinho com música ao vivo. “O único ônus da minha profissão e da exposição é o julgamento, e geralmente de pessoas próximas. Quem publicou isso está careca de saber que tenho vários amigos e amigas. E que a opção sexual de cada um deles não me diz respeito. Assim como a minha não interessa a ninguém e nem pode ser relevante. A não ser para a pessoa que está ao meu lado e ponto final. Isso é um tipo de coisa que não discuto. Dou todas as matérias do mundo, falo de todos os assuntos. Quer falar de sacanagem, vamos falar de sacanagem, mas quando envolve outra pessoa você não pode falar de determinadas coisas. Tem alguém mais envolvido ali e ela pode querer ou não falar sobre isso” Ana Carolina, definitivamente, não namora Galisteu. E até o fechamento desta edição, Galisteu estava, e muito bem, com Iódice. Encontrei os dois recentemente em Paris e conferi: formam um simpático casal. Se vai durar? “Gostaria de ter um filho dele, mas não é a primeira coisa que vem à cabeça. Quero mesmo um relacionamento estável, ter filho nunca foi a minha meta. Tem mulher que veio ao mundo para ser mãe. Sinceramente, não sei se quero isso para mim” Respondida a pergunta?

Pausa na entrevista, chega o nosso almoço. Dri (já estou íntimo) come sua tradicional salada de lulas e camarões. O gravador segue ligado, eu sigo atento. E ela segue o assunto. “O que causa confusão é que são as pessoas mais próximas que me julgam, me acusam de ser gay ou de ser oportunista, por exemplo. O público não tem esse costume. Sou muito simples, meus hábitos são muito simples. Sempre estive bem cercada, de amigos que me ajudaram, que me mostraram os caminhos, mas que nunca me deram nada de graça. Soube aproveitar as oportunidades que a vida me ofereceu. Oportunista não tem escrúpulo, passa por cima de todo mundo, sem perceber o que está fazendo com os outros. E no meu caso, uma coisa que não faço é falar que o meu está certo e o seu está errado, não me aproximo de gente que só gosta de estar com você para aparecer na foto. Nunca tive baba-ovo, nunca paguei babá de estrela, não é do meu temperamento. Se você me vir na rua com alguém, pode ter certeza que é meu amigo, que eu trouxe para dentro da minha vida” Já passa das cinco da tarde, estávamos a sós no salão do restaurante, os garçons fingem que não estamos ali. Muito à vontade, ficamos. Fim da entrevista, ela pede a conta. “Sou meio machinha, talvez a diferença entre mim e o homem seja o pau. Às vezes, tenho que segurar isso. Sempre tomo a frente, pago a conta, abro a porta do carro, dirijo, enfim. Me pego tomando atitudes totalmente masculinas, mas me controlo para ser mulher e deixar que os meus namorados tomem a frente”.

No caso, Adriane foi bem “machinha”: pagou a conta, me deu carona e abriu a porta de seu trator blindado para eu entrar. Nos despedimos, marcamos um encontro qualquer, ficamos de nos ver em breve. O mulherão segue seu caminho, eu sigo o meu concordando com o que me disse mais cedo: “Pobre menina rica é o cacete”.










Revista RG Vogue - Setembro 2008

25 abril 2020

Rainha de bateria Unidos da Tijuca

Sua majestade, a colecionadora 

Rainha de bateria da escola confessa que também tem mania de colecionar e que guarda inúmeros sapatos e relógios 

Toda rainha que se preze tem que estar pronta para defender o seu reinado. E foi justamente o que fez a atriz e apresentadora Adriane Galisteu, que está há dois carnavais à frente da bateria da escola. Mesmo com a agenda cheia de compromissos, ela procurou honrar o manto tijucano. Mais do que isso: Adriane bem que poderia ser personagem do enredo, já que ela mesma é urna apaixonada por sapatos e relógios. — Como toda mulher sou meio megalomaníaca. Tenho muitos sapatos. Não sei quantos, mas são inúmeros. Minha profissão exige. Meu guarda roupa é mutante. Não tenho a menor ideia da quantidade.

Revista Tijuca - Fevereiro de 2008






16 abril 2020

Adriane Galisteu e Alexandre Iódice, mais que bons amigos?

Solteira desde março, quando terminou o namoro de dez meses com o deputado federal Fábio Faria, Adriane Galisteu vinha sendo alvo de boatos sobre uma suposta relação com a cantora Ana Carolina, conforme publicou QUEM. Ela não confirmou nem desmentiu os rumores e começou a circular com o empresário Alexandre lódice, de quem se diz amiga há 15 anos. Foi com ele ao show de Ana Carolina em São Paulo, no dia 6 de junho. Depois, na São Paulo Fashion Week, protagonizou com ele cenas de amassos e beijos. "Ele é muito leve e bem-humorado. É um gostoso", disse ela na quinta-feira (19), no Shopping Iguatemi, aonde foi assistir ao desfile da grife lódice, marca de Valdemar lódice, estilista e pai de Alexandre. O empresário também falou sobre o relacionamento com Adriane. "Sempre gostei muito da Dri, mas o sentimento maior estava guardado", afirmou, dando a entender que o que existe entre eles é namoro. Segundo Alexandre, os dois estão juntos há pouco mais de um mês e têm se encontrado ora na casa dele ora no apartamento dela, no bairro de Higienópolis, em São Paulo. Formado em publicidade, Alexandre tem 35 anos e é estilista das roupas masculinas produzidas pela lódice. Ele também já teve sua própria marca, a loio, que durou cerca de três anos. 

Revista Quem - 27/07/2008



"Não preciso do carnaval para me promover." diz Galisteu

Aos 34 anos, Adriana Galisteu se prepara para o seu 12° Carnaval e dá sua receita para manter a for-ma: "Comer menos, malhar mais, beijar na boca, ter bons amigos e ser feliz". "Ninguém pode morrer sem fazer três coisas na vida: um safári na África, um passeio na Disney e conhecer o Carnaval carioca", sentencia. Considerada uma das musas da Sapucaí, ela garante que pretende permanecer no Rio de Janeiro nesta época, enquanto ainda se arrepiar com o som da bateria, não faz planos para ser mãe e avisa que ainda está curtindo namoro com o deputado federal Fábio Faria. 

CARNAVAL "O dia que não me dar mais um frio na barriga, é melhor desistir. Continuo apaixonada pelo Carnaval. Quando não estou na avenida, estou na frisa, acompanhando os desfiles. Ainda sinto uni frio na barriga, como quando estreio urna peça, ou abro o meu programa ao vivo. Isso é o que me move." 

FANTASIA "Este ano, venho vestida como um ser misterioso, o guardião da floresta. É uma mistura de bicho, flor, homem, mulher. É um ser, não é uma mulher. É muito exótica, diferente, toda colorida." 

SAÚDE "Fiz uma cirurgia no reto, mas estou ótima e pronta, como deu para perceber. É claro que senti medo, mas acho que medo também é sinal de responsabilidades. Estou bem, mas ainda não sei ainda se vou precisar me sub-meter a uma nova cirurgia. Ainda vou ao médico, fazer novos exames." 

FÁBIO FARIA "O Fábio é um companheiro bacanérrimo, que entende o meu trabalho, compreende o que faço. Não se mistura no meu trabalho, como eu não me misturo no dele. A gente ainda tem muito para curtir. Sem preocupação com compromissos sérios." 

DEDO PODRE "Tive namorados muito bacanas, incríveis. Mas todo mundo tem um dedinho podre, não só para homem. Aprendi muito com os meus relacionamentos. Aprendi ame tratar ■ 

■ POR CLAUDIA DIAST -  FOTOS ROBSON MOREIRA 

Revista Flash - Fevereiro 2008




Fantasia de Elfo no Carnaval 2008

Fantasia original 
Com uma exuberante fantasia de elfo, Adriane Galüsteu chegou à concentração da Unidos da Tijuca, na segunda-feira (4), e repetiu o ritual que faz todos os anos antes de entrar na avenida: pisou com o pé direito na faixa amarela que dá início à pista da Sapucaí e orou. A apresentadora, que desfilou como rainha da bateria, estava confiante. 
"Claro que dá aquele friozinho na barriga antes de entrar, mas estou tranquila. Antes de vir, dormi bastante e bebi muita água. Minha fantasia está em ordem e as botas também. Agora, é entrar e arrasar." Na madrugada do domingo (3), ela já tinha saído na Acadêmicos da Rocinha, do Grupo de Acesso A. 

Revista Quem - 08/02/2008


A onda beijoqueira de Adriane Galisteu no Desfile das Campeãs

SURTO BEIJOQUEIRO
Mais uma vez, Adriane Galisteu arrasou à frente da bateria da Unidos da Tijuca, no desfile das escolas de samba campeãs do Rio de Janeiro, na noite de sábado (9). Em sua fantasia de elfo, a apresentadora afirmava que estava muito feliz por voltar à Sapucaí, "Claro que eu queria que a escola estivesse em primeiro lugar, mas só de estar entre as campeãs é ótimo", disse ela sobre a quinta colocação. "Se Deus quiser, ano que vem estarei aqui de novo." No trajeto, Adriane deu um selinho em Sabrina Sato (foto maior), que assistia a tudo da frisa de um camarote e repetia que a apresentadora estava linda. No caminho, deu mais beijos — entre eles, no namorado, o deputado Fábio Faria, e na mãe, dona Ema. "Desta vez deu certo de ela chegar aqui perto e me dar um beijo, foi bom", disse Fábio. 

Revista Quem - 15/02/2008



Adriane Galisteu está a um passo de trocar o SBT pela Record

Adriane Galisteu: esquenta o namoro com a Record
A estrela teve o horário de seu Charme mudado outra vez e não esconde insatisfação.
Bem simpática com os fãs e em forma como sempre, Adriane Galisteu passou o fim de semana curtindo praia no Rio de Janeiro. Enquanto isso, um emaranhado de boatos dava conta de que a loira estaria de malas prontas rumo à Record. E mais: que o Charme, comandado por ela no SBT, sairia do ar por ordem de Silvio Santos. Isso, em função da baixa audiência Porém, na segunda, 10, ainda no meio de um turbilhão de informações desencontradas, o SBT deu sua posição sobre a atração. Ela continuará sendo exibida, mas em novo horário: de segunda a sexta, da 01 h às 03 h da madrugada. A decisão da emissora, dizem nos bastidores, foi tomada dias depois de um encontro da apresentadora 
com o vice-presidente comercial da Rede Record, Walter Zagari. Foi ventilado também que Adriane estaria sendo cotada para estrelar a segunda edição do Simple Life -Mudando de Vida. A reunião entre os dois de fato rolou, embora a Record não confirme oficialmente seu interesse no passe da loira. "A Adriane e o Zagari são amigos e podem ter se encontrado. Mas ela tem contrato com o SBT (até outubro) e a Record não estabeleceu qualquer negociação", informou Ricardo Frota, gerente de comunicações da emissora. Adriane, que não esconde a insatisfação com o novo horário, tinha uma reunião agendada com 2' Silvio Santos dia 10 de março, 2 após o fechamento desta edição. 

A apresentadora teria se encontrado com Walter Zagari, vice-presidente comercial da Record.

Revista Tititi - 14/03/2008


15 abril 2020

Adriane Galisteu, pobre menina linda, revista Joyce Pascowitch

Ninguém é tão infeliz assim no amor à toa. Em pleno século as, uma mulher bonita desse jeito que vive re-clamando que agora isso, agora aquilo, cada vez que se separa de um namorado... Em que era ela está? Que exemplo ela dá? Adriane Galisteu não sobrevive sem um flash por perto. Todos os paparazzi a amam de paixão - deve ter algo de errado aí, já que paparazzi, naturalmente, disputam as boas fotos, e não as recebem de bandeja. Para esta reportagem e capa, convidamos Adriane Galisteu para ser uma mulher comum. Comum, mas charmosa, básica, essencial. Sem qualquer apetrecho daqueles que ela costuma usar para chamar a atenção. Tiramos aquelas roupas que não nos agradam e mostramos ela aqui como uma mulher de verdade. E mais: adoramos o resultado. Como Adriane seria diferente se se preocupasse menos com namorados que nunca a satisfazem... Com certeza não foi fácil chegar aonde ela chegou, mas, agora que ela já está lá, para que isso tudo? Por que será que as outras estrelas não reclamam tanto de homens, sejam eles namorados ou patrões? Tardes jogando cartas, viagens a Miami, um séquito que nunca lhe cobra nada e apenas diz amém: pobre menina linda. Galisteu não está feliz. Com dinheiro de sobra, ganho por mérito próprio, e com tempo tam-bém disponível, dela esperamos uma volta por cima: cursos de inglês e francês, um básico de filosofia, um pouco de ioga, para baixar a ansiedade. Trabalho voluntário para que a alma fique alimentada. E aquela alegria de ser que deveria ser a marca registrada de alguém que, como Galisteu, chegou lá. 
POR JOYCE PASCOWITCH 

Adriane Galisteu é, provavelmente, a celebridade brasileira mais comentada nos últimos dez anos. Já apareceu em praticamente todas as revistas e todos os jornais, das mais diversas maneiras. O que você vê nestas páginas é uma Adriane que pouco - ou nunca - se viu. Básica, desconstruída. Quase sem maquiagem, de jeans, camiseta e camisa branca, ela se mostra uma mulher franca em relação a seus sentimentos. Não esconde que quer ter uma família - mas garante que, aos 35 anos recém-completos, não tem a menor urgência. E reafirma, a vida profissional está sempre em primeiro lugar. Se a exposição incomoda? "Em hipótese alguma! Você acha que eu optei por essa carreira por quê? Aos 9, virei modelo, desfilava na Fenit - na época não tinha São Paulo Fashion Week -, cantei em dois grupos. Alguém que faz essa opção de vida faz para ficar no anonimato?", diz. "Aí consegui meu espaço, depois de muitos anos de trabalho, depois de tudo que passei... Consegui andar com minhas próprias pernas e, de repente, não quero mais a fama? Opa! Teria alguma coisa muito errada aí." Adriane não se esconde nem na hora que está começando um relacionamento - e acaba por ficar superexposta. Ela se defende: "Assumo que é a pior hora do paparazzo. Não conheço o cara suficiente para encará-lo como namorado. Ao mesmo tempo, tenho de sair para poder conhecê-lo. E você só conhece alguém saindo com ele, indo a um restaurante. Mas eu não vou me prestar a ter um carro correndo atrás de mim a noite toda! Eu dou a foto logo e não quero ninguém me seguindo." Até por isso tudo, não há muito mistério no ar quando se fala de Adriane Galisteu. Poderíamos nos aprofundar aqui nos motivos, mas todos se lembram muito bem: o namoro com Ayrton Senna, sua morte na Itália, a dor pública, rejeição da família dele, o livro dela, um ensaio nua, a:volta às passarelas, a estréia na TV, os outros namorados famosos, um casamento desmanchado, a ida para o SBT, briga pública com Silvio Santos. E Adriane, ou Galisteu - como todos a chamam - continua firme e forte, apesar de tudo, apesar de todos. "Eu penso assim. O mais importante é, se ganhei uma oportunidade, seja ela qual for, tento fazer do limão uma limonada. Tento agarrar com unhas e dentes, fazer o meu melhor, mesmo que tenha o universo contra." Muitas vezes, Adriane passou por dificuldades - e na frente do Brasil inteiro. Hoje está mais escolada, mas de vez em quando ainda vem o baque. Poucas horas antes de fotografar este editorial, Galisteu terminou, pelo telefone, o namoro de quase um ano com o deputado federal Fábio Faria. "Já estávamos distantes há algum tempo. Ele mora em Natal, trabalha em Brasília e namora em São Paulo. Não que esse seja o motivo, mas dificultou as coisas", afirma. "Não houve uma terceira pessoa. Nem de minha parte, com certeza, e nem da parte dele, eu sinceramente acredito. Decidi terminar antes de haver o desgaste. Quando não é para ser, não adianta forçar a barra. No passado, mantive namoros que não dariam em nada pelo simples fato de não querer ficar sozinha." 
Adriane parece sofrer do mesmo mal que muitas mulheres bonitas, bem-sucedidas e famosas costumam passar: a inconstância na vida sentimental. Alguns exemplos: Daniella Cicarelli, Xuxa e Jennifer Aniston, só para citar três. Seria ela uma Cinderela moderna, que não consegue achar seu príncipe encantado? Galisteu garante que não. "Acabo de fazer 35 anos, e claro que tenho um objetivo pessoal que é ter uma família, com filhos. Mas sem pressa. Não estou preocupada com isso. Deixo as coisas acontecerem", diz. "Pela primeira vez na minha vida terminei numa boa, conversando. Achei que isso nem era possível. Enfim, foi mais uma experiência adquirida. Fábio foi o homem certo, na hora certa." Sobre seu futuro profissional, um assunto que está praticamente todos os dias na imprensa, ela diz não saber - ou então faz mistério. Depois de mudar de horário diversas vezes no SBT - foram 19 mudanças em menos de quatro anos! -, ela passou a trabalhar de madrugada no início de março. Entrava ao vivo, todos os dias, à uma e meia da manhã. Dez dias depois, Silvio Santos mudou de ideia e tirou o Charme, seu programa, do ar. Até o fechamento desta edição, o novo horário ainda estava indefinido. Em um desabafo, Adriane disse que tentou entender o patrão, quando chegou na emissora. "Até me desgastei, e errei. Porque briguei, lutei, discuti, bati cabeça. Mas sou o lado mais fraco da corda. Para mim é difícil compreender, porque sempre tive a maior admiração pelo Silvio Santos. Mas admirá-lo não significa concordar com ele em tudo." Rumores de que Adriane iria para a Record, sua antiga emissora, surgiram depois do carnaval. Ela não confirma nada, mas garante que parou de brigar com Silvio. "Agora, no fim do meu contrato (que acaba em 30 de setembro), eu não tento mais entender. Eu faço. Não me desgasto mais. Essa é minha decisão lá dentro. Não vou perguntar o porquê. Das outras vezes que fiz isso, quebrei minha cara e saí prejudicada", diz. Segura de si, garante: "Sou muito feliz com minha escolha profissional. Não tenho dúvida, principalmente depois desse ano, que é isso que eu quero fazer. Porque motivos eu tive para desistir. Eu só não vou ficar desempregada, porque não tenho medo de trabalho". No meio da agenda profissional apertada, Adriane gosta de guardar momentos para ficar só. Garante que não tem medo da solidão, e que de vez em quando até é bom. Também adora receber amigos para jogar gamão, um vício, e assistir a filmes em casa - me-nos comédias românticas e dramas, que ela não suporta. "Não tenho paciência para clima, me tira do sério", diz. Acaba de ler Desonrada, a história real de Mai Mukhtar, uma afegã condenada a um estupro coletivo. "Não sou de queimar sutiã, quero que o homem abra a porta do carro pra mim, troque o pneu. Mas o livro mostra que nós, mu-lheres, ainda temos muito para conquistar. E é muito mais do que liberdade sexual." o próximo da lista é Celebutantes, uma crônica afiada sobre o mundo dos ricos e famosos de Hollywood. Em se tratando de Adriane, a escolha tem tudo a ver . 
POR LAURA ANCONA LOPEZ 

 Revista Joyce Pascowitch - Abril 2008















Em entrevista à Márcia Goldschmidt (em 2009) Adriane manifestou seu descontentamento com a postura profissional de Joyce Pascowitch. “Ela não foi honesta comigo, não gostei. Ela me conhece e escreveu absurdos de mim. O que eu falaria pra Joyce? Conselho, se fosse bom, as pessoas vendiam, não davam. Eu tenho 36 anos, sei exatamente o que fazer da minha vida para viver em paz e não preciso que ninguém me diga”, referindo-se a uma matéria de capa na revista JP, assinada pela própria jornalista.

13 abril 2020

Adriane Galisteu solteira de novo


QUEM: Como foi que você recebeu a notícia de que iria apresentar seu programa de madrugada? 
ADRIANE GALISTEU: Tomei um susto. Às vezes, as informações chegam a mim por meio da imprensa. Eu estava gravando o programa no sábado (8), achando que aquele seria o último (haviam informado que o Charme sairia do ar), e então me avisaram que, a partir da segunda seguinte, eu iria apresentar de madrugada e ao vivo. Quem trabalha em TV sabe que as coisas podem mudar de repente. Estou fazendo o meu trabalho e não deixo a peteca cair. 

QUEM: Como está seu relógio biológico com a mudança de horário do programa? 
AG: Ainda é muito recente a mu-dança para eu poder dizer. Não senti direito porque só faz uma semana que estou indo ao ar de madrugada. Daqui a uma sema-na, vou saber melhor (risos). De qualquer forma, tenho o dia para me organizar e fazer o resto das minhas coisas. 

QUEM: Seu programa mudou de horário poucos dias depois de sair na imprensa que você teria ido à Record conversar. Foi coincidência? 
AG: Não fui a lugar nenhum. Isso é uma especulação que acontece não só comigo, mas com todo mundo quando o contrato está para acabar. Tenho 12 anos no ar. Passei pela MTV, pela Rede TV!, pela Record, agora estou no SBT. Sou profissional e não faria esse tipo de coisa. Tive mil razões para repensar meu trabalho e lidar com as situações difíceis, mas o que eu falo é que cresço nesses momentos de dificuldade. Claro que frustra, mas, ao mesmo tempo, me fortalece. Em nenhum momento pensei em desistir: Tenho outros projetos — de teatro, de fazer rádio —, mas não tenho dúvida de que vou continuar apresentando programa, porque eu nasci para apresentar. 

QUEM: Você terminou o namoro com o deputado Fábio Faria na semana passada. O que houve? 
AG: Minha relação tinha que aca-bar. A gente não brigou, não houve terceira pessoa nem foi a minha mudança de horário que influenciou. A vida da gente tomou rumos diferentes. Não vou usar um clichezão para justificar o fim. Não deu certo porque não tinha que dar. A gente teve uma relação muito boa e fomos muito felizes durante o período em que estivemos juntos e não vou ser deselegante de ficar dizendo aqui coisas que só interessam a nós dois, mas o fato é que, para alguém estar ao meu lado, tem que ser muito bom, senão fico sozinha. 

QUEM: Você acha que o fato de você ser bonita, rica e famosa assusta os homens? 
AG: Homem que é homem não se assusta com nada. Posso assustar meninos e homens inseguros... Aí é até bom que assuste mesmo, assim não atraio tranqueira para o meu lado. Procuro pensar também pelo outro lado, e não tem nenhum 
homem que me assuste. Eu não na-moro a profissão, namoro pessoas. Para estar comigo, a pessoa tem que pensar assim também. 

QUEM: Você sente cobranças pelo fato de ainda estar solteira? 
AG: Não tenho pressa nenhuma para ter alguém ao meu lado. Quero mui-to ser mãe e ter minha família, mas sei que as coisas vão acontecer na minha vida no tempo certo. Já fiquei buscando uma pessoa, mas também-me machuquei tanto... O fato é que tem que ser alguém muito legal. Vou namorar quantas vezes forem necessárias para encontrar alguém que me faça feliz e vice-versa. 

QUEM: E o que você espera de uma relação? 
AG: Não espero um relacionamento que seja um mar de rosas. Hoje sou mais preparada para uma relação. Já tive relações doentias, competitivas, de ambos traírem e já me anulei por causa de alguém. Agora quero um amor igual. Não quero uma pessoa que ande na minha frente ou atrás de mim, mas ao meu lado. Mesmo que eu tenha meu trabalho, as duas coisas têm que andar iguais. 

QUEM: Você disse que vai lançar ain-da este ano Mais ou Menos 30, um livro escrito em parceria com seu terapeuta, Luiz Cuschnir, sobre as mulheres independentes financeiramente, mas que sentem a pressão de ainda não terem uma família. A ideia é passar sua experiência? 
AG: Quero falar com as mulheres que não conseguem viver sozinhas. Fiz quatro anos de terapia para falar sobre isso. Confesso que, cinco anos atrás, eu dizia que era incapaz de ficar sozinha. Hoje consigo ficar e ser feliz. Quero alguém ao meu lado por opção. Ou seja, é uma diferença brutal em relação ao que eu pensava antes. Se até bem pouco tempo eu sofria se ficasse sozinha, não sou mais assim. Estou superbem! Aprendi a valorizar meu espaço e minha solidão. 

Revista Quem - 21/03/2008






Adriane Galisteu rasga a advertência que recebeu do Sbt

Silvio Santos impede Galisteu de criticar o SBT. 
Irritada, loira teria rasgado notificação 
Rainha de bateria da Unidos da Tijuca, Adriane Galisteu tem arrasado nos ensaios técnicos da Marquês de Sapucaí, agradando à grande massa, como aconteceu semana passada. A loira foi ovacionada pelo povão,mas no campo profissional a chapa esquentou... Silvio Santos notificou Galisteu por ela ter dado entrevistas reclamando do seu trabalho na casa e dele mesmo. A apresentadora estaria proibida, desde então, de se manifestar contra o Sistema Brasileiro de Televisão e o próprio Silvio.
Revista Conta Mais - 03/01/2008


Adriane Galisteu e as lições do patrão Silvio Santos

"Não bobeio nunca mais!"
Revista Flash - 14/11/2008


Adriane Galisteu - Tiramos a loira da geladeira - Revista RG Vogue 2008

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