Mostrando postagens com marcador 1994. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1994. Mostrar todas as postagens

16 abril 2020

A ex namorada de Senna busca a vida depois da morte

Era uma vez uma menina de cabelos loiros que era pobre mas muito bonita. Um dia, trabalhando em meio a um bosque de carros, ela encontrou um príncipe encantado que logo se admirou de sua beleza e quis levá-la para seu castelo. O príncipe era forte, bonito e não temia nenhum perigo. A menina não sabia o que fazer e perguntava-se, a toda hora: por que eu, por que eu? O príncipe, por sua vez, abria-se num sorriso de felicidade e pedia para esquecer aquela dúvida: seja assim como você é, porque é assim que eu a quero. O príncipe levou a meni-na para uma viagem a um principado estrangeiro onde todos sabiam que, na verdade, o príncipe era ele. Depois, convidou-a para muitas outras viagens em volta do mundo, onde a menina se assustou com os dentes dos tubarões, os dragões de fumaça e os cavaleiros encouraçados que desafiavam o príncipe. A menina foi alvo de variadas bruxarias, por parte de pessoas invejosas que temiam que o príncipe fizesse dela a sua princesa. Até que um dia ele saiu e nunca mais vol-tou. O sonho da menina estilhaçou à sua frente, numa telinha de TV A Cinderela eletrônica, estilhaçada ela também, em seu coração, quis morrer e voltou a ser o que era antes, sem o seu príncipe. Resolveu contar sua triste história. Mas a história da princesa continua mesmo depois da morte do príncipe e mesmo depois de ela ter saído a contar a triste história da morte de seu amor. Assim, a história que você vai ouvir, daqui para a fren-te, é outra história. A menina sozinha, à espera de um novo e por ora improvável príncipe, já que ela não consegue esquecer aquele outro, forte, belo e sem medo do perigo. 
Por NIRLANDO BEIRÃO 

Revista Playboy - Dezembro 1994







As memórias da saudade de Adriane Galisteu por Ayrton Senna

Simples e fulminante. Estas duas palavras resumem a história de amor que começou nos boxes do GP Brasil de Fórmula 1, em Interlagos, terminou dramaticamente na curva Tamburello, no circuito de Imola.  Adriane Galisteu já amava em segredo o tricampeão Ayrton Senna quando timidamente, reuniu coragem para oferecer-lhe uma revista em que ela aparecia. "O máximo que poderia acontecer era Senna não dar importância ao meu gesto, tantas eram as que faziam a mesma coisa. Mas realizaria o meu sonho de conhecê-lo", contou Galisteu como foi o seu primeiro encontro com o ídolo. Ayrton Senna olhou então firmemente para Adriane e, superando a sua timidez, convidou-a para sair com ele. "Foi uma flechada. Algo eletrizante Algo inexplicável e muito forte para nós dois", finaliza Adriane. Ela nunca poderia supor que estava tendo início ali um amor profundo de 18 meses e que a tragédia colocou um ponto final. Até hoje morando em Portugal, ela participou da homenagem em Estoril rendeu ao tricampeão em 25 de setembro passado. 

Revista Manchete - 01/10/1994






15 abril 2020

Namorada de Ayrton Senna revela intimidades do campeão

AS MAIS PERIGOSAS CURVAS DE AYRTON SENNA 

Até então, os casos do piloto nunca tinham durado muito. Mas esta máquina fez o tricampeão derrapar e dizer adeus à fama de conquistador 
Por MÁRCIA PIOVESAN 
Há exatamente doze meses, Adriane Galisteu, 20 anos, fez acelerar o coração do campeão Ayrton Senna, 33. Com um corpo cheio de curvas — perigosíssimas, segundo o próprio piloto —, lindos olhos verdes e um jeito meio menina meio mulher, ela chegou como quem não queria nada e deixou o tricampeão de Fórmula 1 sem rumo. Ele, que nunca teve um namoro sério por mais de oito meses, mudou bastante seu comportamento. Mas a vida dessa paulistana cheia de energia também mudou. E muito. Ela encontrou um grande amor, virou atração nas pistas de corrida do mundo inteiro, se projetou como modelo internacional e, na carona do ilustre namorado, ganhou o título carinhoso de "princesa de Mônaco". 
Portanto, apesar de reticente, Adriane tem todos os motivos para comemorar este primeiro aniversário de namoro. — O Big Coke (apelido dado por ela a Senna) é maravilhoso. Estamos mui-to bem, mesmo — garante. Ela conheceu Ayrton no Grande Prêmio do Brasil, em 1993, no autódromo de Interlagos, São Paulo. Convidada a trabalhar pela Shell, a loirinha acompanhou os treinos, arriscou alguns olhares para o corredor e, sem querer, deu sorte a ele. Senna faturou o GP, mas, compenetrado, não notou sua presença. — Ele passou várias vezes perto de mim e nem me viu — lembra, sorrindo. Na noite seguinte, entretanto, Adriane entrou na Limelight, uma badalada casa noturna paulistana, e, sem muitos rodeios, foi cumprimentar o dono da festa. Rapidinho Senna pediu o telefone da moça e convidou-a para passar um final de semana com ele em Angra dos Reis. Uma história que, no início, deixou Emma Galisteu, mãe de Adriane, preocupada. — Fiquei temerosa. Afinal, ele é um homem famoso, um cidadão do mundo... 

Revista Contigo! 29/03/1994





13 abril 2020

Adriane Galisteu conta sua vida com Ayrton Senna

Quando Ayrton Senna morreu, os brasileiros perderam, juntos, o ídolo, o prazer do reconhecimento internacional, a imagem do sucesso. Adriane Galisteu perdeu, sozinha, o príncipe, o sonho, todos os seus projetos. Agora, ela tenta se refazer da tragédia, com o único bem que lhe restou daqueles dias dourados: as recordações de catorze meses de vida em comum, relatadas em um livro que sai este mês 
Revista Claudia - Outubro 1994



Adriane Galisteu - Tiramos a loira da geladeira - Revista RG Vogue 2008

  POP STAR Adriane Galisteu já quis ser assistente do Bozo, fez propaganda de lanchonete, foi cantora, radialista, modelo de lingerie, namo...

MATÉRIAS MAIS LIDAS