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04 outubro 2023

Tudo sobre o livro Caminho das Borboletas

Em novembro de 1994, oito meses após o trágico acidente que matou Ayrton Senna, a sua namorada Adriane Galisteu lança seu livro de memórias com o piloto, uma história de amor que emocionou o Brasil e até hoje lembramos.
Esse é o dossiê sobre o livro Caminho das Borboletas - Meus 405 Dias ao lado de Ayrton Senna.


O livro foi lançado com pompa pela editora Caras, o depoimento de Adriane Galisteu foi dado ao jornalista Nirlando Beirão, que também fez o prefácio, já o pósfácio foi feito por Emerson Fittipaldi.
No dia 19 de novembro de 1994, Adriane Galisteu lançou oficialmente o livro Caminho das Borboletas em uma badalada festa na boate Limelight em São Paulo, ela autografou cerca de 300 livros na ocasião, das 19:30 às 01:00 da madrugada.


Foi publicado ainda em 1994 uma edição especial do livro com capa dura e luva protetora, 10.000 exemplares foram entregues ás livrarias apenas de São Paulo e outros 100.000 exemplares foram distribuídos para bancas de revistas de todo o Brasil. Não ouve 2ª edição desse lançamento, era para se tornar um item mais de colecionador mesmo, o que funcionou muito bem, já que hoje em dia é bem difícil encontrar essa opção do livro à venda em sebos especializados. 


Luva protetora do livro de capa dura

Em 1995 o livro foi lançado em Portugal com o título A Minha vida com Ayrton Senna

Contracapa do livro lançado em Portugal

Capa da 2ª edição lançada em Portugal

Capa da 3ª edição lançada em Portugal

Essa é a edição lançada na Austrália em 1995, por lá o livro se chamou My Life With Ayrton, tinha 100 páginas e diferente do Brasil teve mais de 20 páginas só com fotos da Adriane e do Ayrton. 

Contracapa da edição lançada na Austrália

Essa foi a edição em francês do livro, lançado em setembro de 1995 e foi distribuído na França e no Canadá, que se chamou Ma Vie Avec Ayrton 244 páginas (8 eram de fotografias) 

Contracapa da edição em francês do livro Caminho das Borboletas 

Essa é a capa da edição lançada na Hungria em 1995, que por lá o livro se chamou Szerelmem Senna

Contracapa da edição da Hungria

Na Alemanha o livro foi lançado em 1995, e por lá recebeu o titulo de Mein Leben mit Ayrton.

Contracapa do livro Caminho das Borboletas, edição alemã 


Devido ao sucesso do livro, a editora Caras em parceria com a Sony Music lançaram no Brasil o audiobook oficial do Caminho das Borboletas, um box com 2 fitas cassetes narrado por Adriane Galisteu. A tiragem inicial foi de 200.000 exemplares e não teve 2ª edição. Abaixo algumas fotos do box original do audiobook.

 





Para quem quiser ouvir o áudio completo do livro é só clicar nesse link:

Para quem quiser ver como era o box do audiobook tem um vídeo de unboxing aqui:

08 maio 2020

Adriane Galisteu saboreia o namoro com o tricampeão Ayrton Senna

Cheia de curvas, a modelo Adriane Galisteu, especialista em posar de calcinhas, não pára mais de trabalhar desde que começou a namorar o piloto Ayrton Senna. Arrimo de família desde os 16 anos, fez sua primeira foto aos 9, mordiscando um Big Mac. Louca por hambúrguer e Coca-Cola, chama o namorado famoso de Big Coke. "Está tudo lindo", diz. Não está? 

Se fosse uma menina muito magra. magérrima. Adriane Galisteu a esta altura da vida estaria desfilando em Paris. "Mas o meu forte, confesso a você, é o corpo". diz. Tornou-se, graças a ele. uma modelo com algum nome entre anunciantes de calcinhas e maiôs. "Porque para trabalhar lingerie no Brasil é preciso ter curvas", observa. Desde que foram identificadas corno suas as curvas que o piloto Ayrton Senna exibiu em Angra dos Reis (RJ). uma semana após vencer o GP Brasil de 1993. Adriane não parou de fotografar. Não mais calcinhas. Hall's. Kadett. Walita. Hering... Atualmente estuda propostas de uma agência em Zurique e de outra em Milão. "Não posso ficar grudada no Ayrton. Tenho que trabalhar." 
Trata-se de um "tenho que" literal. Desde a morte do pai. há quatro anos, o trabalho de Adriane garante o sustento de sua mãe e de seus avós. Faça as contas: como tem 20 anos, a modelo é arrimo de desde os 16. Mas ajuda nas despesas da casa, ela lembra, desde os 9. quando fez a sua primeira foto. mordiscando um Big Mac. O que encantou agências, fotógrafos e clientes é o resultado de uma estranhíssima mistura. O pai. Alberto, gráfico, era filho de espanhóis. A mãe, Emma, dona de casa, nasceu na Hungria e para São Paulo foi trazida ainda muito jovem. Adriane herdou dela os traços, do pai ficou com a cor e com algo mais. "Olha como sou peluda", ela diz, levantando o vestido até os joelhos. 
Por Mauricio Stycer 
Fotos Cris Bierrenbach 

Revista da Folha - 11 de julho 1993








16 abril 2020

A ex namorada de Senna busca a vida depois da morte

Era uma vez uma menina de cabelos loiros que era pobre mas muito bonita. Um dia, trabalhando em meio a um bosque de carros, ela encontrou um príncipe encantado que logo se admirou de sua beleza e quis levá-la para seu castelo. O príncipe era forte, bonito e não temia nenhum perigo. A menina não sabia o que fazer e perguntava-se, a toda hora: por que eu, por que eu? O príncipe, por sua vez, abria-se num sorriso de felicidade e pedia para esquecer aquela dúvida: seja assim como você é, porque é assim que eu a quero. O príncipe levou a meni-na para uma viagem a um principado estrangeiro onde todos sabiam que, na verdade, o príncipe era ele. Depois, convidou-a para muitas outras viagens em volta do mundo, onde a menina se assustou com os dentes dos tubarões, os dragões de fumaça e os cavaleiros encouraçados que desafiavam o príncipe. A menina foi alvo de variadas bruxarias, por parte de pessoas invejosas que temiam que o príncipe fizesse dela a sua princesa. Até que um dia ele saiu e nunca mais vol-tou. O sonho da menina estilhaçou à sua frente, numa telinha de TV A Cinderela eletrônica, estilhaçada ela também, em seu coração, quis morrer e voltou a ser o que era antes, sem o seu príncipe. Resolveu contar sua triste história. Mas a história da princesa continua mesmo depois da morte do príncipe e mesmo depois de ela ter saído a contar a triste história da morte de seu amor. Assim, a história que você vai ouvir, daqui para a fren-te, é outra história. A menina sozinha, à espera de um novo e por ora improvável príncipe, já que ela não consegue esquecer aquele outro, forte, belo e sem medo do perigo. 
Por NIRLANDO BEIRÃO 

Revista Playboy - Dezembro 1994







As memórias da saudade de Adriane Galisteu por Ayrton Senna

Simples e fulminante. Estas duas palavras resumem a história de amor que começou nos boxes do GP Brasil de Fórmula 1, em Interlagos, terminou dramaticamente na curva Tamburello, no circuito de Imola.  Adriane Galisteu já amava em segredo o tricampeão Ayrton Senna quando timidamente, reuniu coragem para oferecer-lhe uma revista em que ela aparecia. "O máximo que poderia acontecer era Senna não dar importância ao meu gesto, tantas eram as que faziam a mesma coisa. Mas realizaria o meu sonho de conhecê-lo", contou Galisteu como foi o seu primeiro encontro com o ídolo. Ayrton Senna olhou então firmemente para Adriane e, superando a sua timidez, convidou-a para sair com ele. "Foi uma flechada. Algo eletrizante Algo inexplicável e muito forte para nós dois", finaliza Adriane. Ela nunca poderia supor que estava tendo início ali um amor profundo de 18 meses e que a tragédia colocou um ponto final. Até hoje morando em Portugal, ela participou da homenagem em Estoril rendeu ao tricampeão em 25 de setembro passado. 

Revista Manchete - 01/10/1994






15 abril 2020

Ayrton Senna e Adriane Galisteu, muito amor e pouca roupa

Muito amor e pouca roupa 
Rapidinho em quase tudo que faz, o tricampeão mundial Ayrton Senna não ficou vendo a banda passar em Adelaide, na Austrália. Nem bem conquistou o último GP de 1993, pegou a namorada Adriana Galisteu e voltou ao Brasil para curtir as delícias de sua mansão em Portogallo, Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Sob um sol escaldante e à beira do mar, Seninha finalmente relaxou. Sem pensar em Williams, McLaren ou coisa que o valha, aproveitou cada minuto de seu tempo para colocar os assuntos do coração em dia. Com bem pouca roupa. diga-se de passagem. 

Revista Contigo - 16/11/1993



Namorada de Ayrton Senna revela intimidades do campeão

AS MAIS PERIGOSAS CURVAS DE AYRTON SENNA 

Até então, os casos do piloto nunca tinham durado muito. Mas esta máquina fez o tricampeão derrapar e dizer adeus à fama de conquistador 
Por MÁRCIA PIOVESAN 
Há exatamente doze meses, Adriane Galisteu, 20 anos, fez acelerar o coração do campeão Ayrton Senna, 33. Com um corpo cheio de curvas — perigosíssimas, segundo o próprio piloto —, lindos olhos verdes e um jeito meio menina meio mulher, ela chegou como quem não queria nada e deixou o tricampeão de Fórmula 1 sem rumo. Ele, que nunca teve um namoro sério por mais de oito meses, mudou bastante seu comportamento. Mas a vida dessa paulistana cheia de energia também mudou. E muito. Ela encontrou um grande amor, virou atração nas pistas de corrida do mundo inteiro, se projetou como modelo internacional e, na carona do ilustre namorado, ganhou o título carinhoso de "princesa de Mônaco". 
Portanto, apesar de reticente, Adriane tem todos os motivos para comemorar este primeiro aniversário de namoro. — O Big Coke (apelido dado por ela a Senna) é maravilhoso. Estamos mui-to bem, mesmo — garante. Ela conheceu Ayrton no Grande Prêmio do Brasil, em 1993, no autódromo de Interlagos, São Paulo. Convidada a trabalhar pela Shell, a loirinha acompanhou os treinos, arriscou alguns olhares para o corredor e, sem querer, deu sorte a ele. Senna faturou o GP, mas, compenetrado, não notou sua presença. — Ele passou várias vezes perto de mim e nem me viu — lembra, sorrindo. Na noite seguinte, entretanto, Adriane entrou na Limelight, uma badalada casa noturna paulistana, e, sem muitos rodeios, foi cumprimentar o dono da festa. Rapidinho Senna pediu o telefone da moça e convidou-a para passar um final de semana com ele em Angra dos Reis. Uma história que, no início, deixou Emma Galisteu, mãe de Adriane, preocupada. — Fiquei temerosa. Afinal, ele é um homem famoso, um cidadão do mundo... 

Revista Contigo! 29/03/1994





14 abril 2020

A nova paixão de Adriane Galisteu

Uma relação harmoniosa. Assim Adriane relembra o seu amor por Senna 
Um amadurecimento provocado pela dor da perda, assim Adriane define tudo o que aconteceu com a sua vida nos últimos meses, após a morte de Senna. Sem reclamar das pessoas que a criticaram, mas buscando estar mais e mais próxima dos verdadeiros amigos, é assim que ela está pautando a sua vida. Foram sábias lições aprendidas nos mais de 400 dias do intenso e harmonioso romance vivido com Senna: "A mais importante pessoa que passou pela minha vida, até agora", ressalta Adriane. 

Revista Manchete - 15/04/1995








Adriane Galisteu - Tiramos a loira da geladeira - Revista RG Vogue 2008

  POP STAR Adriane Galisteu já quis ser assistente do Bozo, fez propaganda de lanchonete, foi cantora, radialista, modelo de lingerie, namo...

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