Quando Ayrton Senna morreu, os brasileiros perderam, juntos, o ídolo, o prazer do reconhecimento internacional, a imagem do sucesso. Adriane Galisteu perdeu, sozinha, o príncipe, o sonho, todos os seus projetos. Agora, ela tenta se refazer da tragédia, com o único bem que lhe restou daqueles dias dourados: as recordações de catorze meses de vida em comum, relatadas em um livro que sai este mês
Revista Claudia - Outubro 1994





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