Ela conhece os dois lados da fama como poucos no Brasil. Primeiro, encarou a face cruel da mídia e engoliu a seco a mistura de carência e amargura de uma nação órfã de seu maior ídolo. Depois da poeira assentar, uma nova Adriane Galisteu foi apresentada ao Brasil. Uma mulher madura, linda, feliz, desejada por todos os homens do país e realizada profissional e sentimentalmente. Adriane é exuberante. Por onde passa, é o foco de todas as atenções. Seu corpo é absolutamente perfeito, esculpido com horas e horas de malhação diária. Sua disciplina impressiona qualquer um. Nunca toma álcool, tem hora pra tudo e regula sua dieta obsessivamente - "A melhor coisa pra manter a forma é spa: 'esparadrapo' na boca", resumiu em entre-vista à revista TRIP.
A volta por cima A imagem de Adriane Galis-teu começou a mudar pouco depois do lançamento de seu livro, O Caminho das Borboletas, em que lembrava os meses de romance com o mito Ayrton Senna. Depois de posar para a revista Playboy, virou símbolo sexual. Apesar de ter ape-nas 21 anos, usou sua experiencia - foi cantora infantil e modelo - e soube aproveitar as oportunidades que o destino lhe apresentou. Adriane também não demo-rou a encontrar um novo amor. Conheceu o empresário e apresentador Júlio Lopes ao participar de seu programa numa televisão carioca. O namoro começou com altas doses de romance, amadureceu e logo tornou-se um relacionamento sério.
Só não virou casamento porque Adriane mora em São Paulo e Júlio no Rio de Janeiro.
Multimidia A louraça administra muito bem seus múltiplos talentos: continua a encarar eventuais trabalhos como modelo, estreou como atriz na novela Xica da Silva, apresenta um programa de auditório na MTV e comanda, ao lado de Luciano Huck, o Torpedo, que vai ao ar todos os domingos pela Jovem Pan Sat. Seja onde for, Adriane sempre vai tirar o sono da ala masculina. E ela sabe disso. Estruturada como poucos no meio artístico brasileiro, ela passa por cima do assédio como só as deusas sabem fazer. Talvez, o segredo esteja na segurança que recebe de sua mãe. "Ela é a minha melhor amiga. Sei que isso parece coisa de miss, mas não é", resume Adriane.
Revista Jovem Pan - 1997


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